“Dietas restritivas não funcionam”, diz especialista

Data de Publicação: 02 / jul / 2014

Categoria: Alimentação

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Absurdly Small Diet Meal
Todo mundo já fez, ou já pensou em fazer, aquelas dietas da moda para perder peso, supostamente, com mais rapidez e saúde. Mas isso nem sempre acontece. O endocrinologista Luciano Negreiros faz um alerta: dieta restritiva não é eficaz. A reportagem foi publicada no Portal Terra.
Autor de três livros sobre o assunto, Negreiros diz que as pessoas tendem a não seguir dietas muito restritivas porque os métodos “são chatos, burros e enjoam”, explica. O especialista defende que a melhor solução é promover a conscientização alimentar, ou seja, a alimentação precisa ser pensada com saúde, e não como uma alternativa unicamente para emagrecer.
As dietas restritivas podem trazer resultados, mas não serão sustentadas em um prazo maior de tempo. Segundo ele, esse tipo de dieta vale em função de algum tratamento médico que requer a perda de peso rápida, e que deve ter supervisão de um profissional. “A gente propõe mudar não apenas a alimentação, mas a cabeça”, explica Negreiros, ressaltando a ineficácia de dietas passageiras como as do glúten, da lactose e do carboidrato.
Confira matéria completa aqui.
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Descubra se você é um “comedor emocional” (e qual tipo)

Data de Publicação: 25 / jun / 2014

Categoria: Alimentação

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Comedor Emocional
Em artigo para o tabloide britânico Mail Online, a médica Pam Spurr abordou os chamados “comedores emocionais”, e o quanto eles podem afetar as dietas saudáveis. Ela afirma, de acordo com diversas pesquisas, que 70% das pessoas passam por essa fase, que consiste, basicamente, em comer por impulso, de acordo com alguma situação específica.
Quem resiste, depois de um dia intenso de trabalho, por exemplo, com sucessivas situações de estresse, ao chegar em casa e encontrar um pedaço de bolo de chocolate? O perfil “comedor estressado” é um dos quatro tipos que a Dra. Pam classificou. Quer saber se você se encaixa em algum deles? Clique aqui e faça o teste (em inglês).  Em cada tipo há uma série de dicas para tentar controlar o ímpeto.
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Ômega-3 no tratamento do câncer

Data de Publicação: 19 / mai / 2014

Categoria: Mídia

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A edição deste mês da revista Saúde traz como reportagem principal os benefícios do ômega-3. Encontrado especialmente em peixes de água fria, o ácido graxo é comprovadamente fundamental para a manutenção da saúde, atuando como auxiliar na prevenção de diversos problemas, entre eles a redução da glicemia e processos inflamatórios.
O ômega-3 foi destaque, também, no Ganepão 2014, evento sobre nutrição e prevenção de doenças.  Foi lá que o gastroenterologista Rémy Meier, professor da Kantonsspital Hospital e Universidade, de Liestal, na Suíça, apresentou sua pesquisa. Ele disse que o ômega-3 pode ser uma peça de grande importância no tratamento de quimioterapia contra o câncer de pulmão. Além de potencializar o sistema imunológico, conforme destaca o pesquisador, “deixar o paciente de câncer nutricionalmente bem equilibrado pode ser o que irá tirá-lo da cama pra fazer exercícios, por exemplo. E essa atividade física acompanhada também ajudará em alguns casos”, disse à publicação.
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A tal da gula

Data de Publicação: 12 / mai / 2014

Categoria: Alimentação

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Débora Vargas
Nutricionista
Segunda-feira, dia mundial de começar a dieta, certo? Certo. Mas como manter a motivação durante a semana, diante de tantas tentações? Como controlar a gula? Será mesmo possível resistir? Estudos indicam que os mecanismos da fome são tão complexos que nenhuma dieta é mágica o suficiente capaz de controlá-los. Entender os hormônios que atuam na regulação do apetite e conhecer melhor o próprio corpo é a melhor forma de fazer as pazes com a balança.
O corpo realmente é uma máquina, e compreender o mecanismo da fome é uma tarefa um tanto complexa, mas não impossível. Existe uma região do cérebro chamada hipotálamo, que controla o apetite. Vários órgãos do corpo enviam mensagens pra lá informando se precisamos ou não comer. Nesse contexto, a descoberta da leptina, hormônio secretado pelas células de gordura, foi um grande marco na pesquisa da obesidade.
É esse hormônio que indica o nível de gordura que temos acumulada. Quando o nível de leptina está alto, o cérebro sabe que as nossas reservas estão boas, e assim, a fome é menor. Mas esse mecanismo não funcionado mesmo jeito para todos. Quem está acima do peso costuma apresentar resistência ao efeito da leptina. E assim, comem mais.
Isso tudo nos faz concluir que o cérebro pode ser o grande vilão da história, já que associa comida não apenas à fonte de energia, mas também com a sensação de conforto. É a chamada fome emocional; impulsos de comer ligados à frustração, raiva, tristeza, entre outros sentimentos. Sendo assim, entender a diferença entre fome e desejo de comer pode ser o primeiro passo para manter o peso de acordo com o seu biotipo. Por um lado, temos a fome como instinto, desencadeada pela ação dos hormônios e necessidades do corpo; de outro o desejo de comer, provocado por estímulos diferentes, como olfato e visão.
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Cereais ameaçados pelo aumento do CO2

Data de Publicação: 09 / mai / 2014

Categoria: Alerta

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Trigo
Um artigo publicado na revista Nature revelou dados alarmantes sobre o futuro de nossa alimentação. Segundo a pesquisa, quando maior os níveis de CO2, mais danos irão sofrer as plantações de cereais importantes para nossa dieta.
Conforme os pesquisadores, agricultores devem se preocupar com a vulnerabilidade de itens como arroz e trigo, por exemplo, aos níveis crescentes de carbono. Foram testados 41 cepas de seis cultivos plantados em locais abertos na Austrália, Japão e Estados Unidos, expostas a concentrações elevadas do carbono por meio de gasodutos horizontais.
Para se ter uma ideia, o ar normal tem concentrações de CO2 em torno de 400 partes por milhão (ppm), que atualmente está subindo de dois a três ppm ao ano. As plantas experimentais cresceram sob condições de 546-586 ppm de CO2. Como resultado, os níveis de zinco, ferro e concentrações de proteínas nos cultivos de trigo diminuíram 9,3%, 5,1% e 6,3% respectivamente, em comparação com as condições normais.
Saiba mais aqui, ou visite o site da revista (ambos em inglês).
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Alimentação e suplementação para os mais velhos

Data de Publicação: 15 / abr / 2014

Categoria: Nutrição

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Alimentação terceira idade
Por Débora Vargas
Nutricionista

É normal que, com o avanço do tempo, várias funções do corpo fiquem comprometidas devido ao envelhecimento celular. Por isso, vitaminas e minerais apresentam papel fundamental na manutenção da saúde e prevenção de doenças, seja por meio da alimentação ou suplementação.
A vitamina C, por exemplo, é antioxidante e está ligada à produção de colágeno e elastina. A ingestão de 150 a 250mg ao dia de vitamina C pode prevenir a catarata. Ainda sobre a visão, a vitamina A tem papel fundamental, e também atua no crescimento e desenvolvimento ósseo. Deficiências podem ocasionar lesões na pele e infecções. Já a vitamina K é um importante fator na coagulação sanguínea. Está presente em verduras verdes e também é sintetizada pela microflora bacteriana do intestino. Por sua vez, a vitamina E tem ação protetora na membrana celular e subcelular, prevenindo a ação dos radicais livres.
Uma das mais importantes e discutidas no meio científico, a Vitamina D tem ligação direta com o metabolismo do cálcio. É encontrada na manteiga, na nata, na gema do ovo e no fígado, e é fotossintetizada pela pele através da ação dos raios solares. O magnésio está presente em 50% dos ossos e 50% dentro das células. É ativador de mais de 300 enzimas.
Entre os minerais, o selênio protege a membrana celular contra danos oxidativos. Para a síntese e degradação de carboidratos, proteínas e lipídios, o zinco destaca-se como importante substância. Também tem papel fundamental na função imunológica e na cicatrização. O ferro está envolvido no transporte de oxigênio, respiração celular e sistema imune. O fósforo está presente em 80% nos ossos e dentes, e atua na contração muscular.
No entanto, uma avaliação nutricional criteriosa identificará em cada paciente a sua necessidade individual de suplementação de acordo com sua ingestão alimentar, já que as carências nutricionais estão quase sempre presentes nesta faixa etária.
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Macacos vivem mais com menos calorias

Data de Publicação: 03 / abr / 2014

Categoria: Alimentação

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A revista Nature publicou um estudo que reforça o quanto uma alimentação adequada pode prolongar o tempo de vida. Realizado em 1989 com macacos, a pesquisa, que analisou a redução de calorias, observou que o resultado é benéfico para qualquer espécie.
Os dados, obtidos no Centro Nacional de Pesquisa de Primatas de Wisconsin, nos Estados Unidos, mostram que macacos com dieta reduzida em calorias vivem mais do que aqueles que comiam sem limites. 38 bichinhos tiveram redução de calorias em 30%, enquanto 38 comeram a vontade.
De acordo com a bioquímica que conduziu o trabalho, Rozalyn Anderson, a restrição calórica pode ser realmente capaz de atrasar o envelhecimento, mas é importante fazer novos estudos para verificar o melhor tipo de dieta para obter benefícios. Portanto, não vá sair cortando tudo o que é alimento de sua dieta, procure sempre acompanhamento de um profissional.
Leia mais no site da Nature (em inglês) aqui.
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O câncer pode ser prevenido

Data de Publicação: 14 / mar / 2014

Categoria: Alimentação Nutrição

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Por Débora Vargas
Nutricionista

Pesquisadores estimam que 60% a 70% de todos os tipos de câncer estão diretamente relacionados ao nosso estilo de vida, incluindo fumo, falta de exercício e obesidade, e também com nossa alimentação. Sendo assim, modificar os hábitos diários ganha mais um ponto a favor.
A boa nutrição é vista como um ponto muito importante para aumentar a qualidade de vida e potencializar a saúde, como também para prevenir e auxiliar no tratamento de pessoas com câncer. A dieta ideal para a prevenção da doença é também considerada ideal para impedir que outras doenças degenerativas, incluindo a arteriosclerose, se desenvolvam.
Alimentação adequada pode ser um tratamento auxiliar na cura do câncer. Pessoas que apresentam risco familiar precisam redobrar a atenção para esse fator.Uma das preocupações do Instituto Americano para a Pesquisa do Câncer, que desenvolveu o projeto Dieta e Câncer, foi ressaltar a importância de haver uma nutrição variada, já que os componentes nutritivos variam com o tipo de alimento.
O câncer de colo de útero, por exemplo, e o risco da doença está relacionado com deficiência nutritiva de betacaroteno, ácido fólico e vitamina C; quantidades excessivas de gordura no corpo estão relacionadas ao câncer de mama; e dietas ricas em gorduras e pobres em fibras estão ligadas ao câncer de cólon e reto.
Outra recomendação importante: o consumo de peixes como atum, salmão e sardinha, fontes de ácidos graxos ômega 3 ou a suplementação de óleo de peixe ou de linhaça, são recomendadas como prevenção para todos os tipos de câncer.
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Mau humor leva ao junk food

Data de Publicação: 25 / fev / 2014

Categoria: Alimentação

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Você teve um dia difícil no trabalho e se jogou em um pote de sorvete. Brigou com a namorada e devorou um xis tudo recheado de bacon e com fritas. A vida real é assim. Quanto pior nos sentimos, pior comemos. E existe uma explicação para isso.

Um estudo realizado na Universidade de Delaware, na Inglaterra, demonstrou que o humor negativo ou positivo pode levar à escolha por diferentes tipos de alimentos. Por exemplo, a opção por passas de uva ou MMs, dependerá do estado de espírito da pessoa. Com uma avaliação com mais de 500 pessoas, o pesquisador Meryl Gardner descobriu que o ato de comer está mais relacionado ao estresse. Se estamos de bom humor, pensamos no futuro, e fazemos escolhas melhores e mais saudáveis. Já quem está de mau humor, tende a buscar recompensas mais imediatas, ou os alimentos indulgentes. “Em vez de olhar para a nutrição e os rótulos de advertência, tentar falar com os amigos ou ouvir música pode ser uma forma de reparação alternativa”, aconselha Gardner.

Leia o artigo publicado pela Universidade de Delaware.

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Os benefícios do óleo da semente de chia para a saúde

Data de Publicação: 04 / fev / 2014

Categoria: Saúde

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A partir de hoje o Cápsula Blog ganha um reforço e tanto!! A nutricionista Debora Vargas (que também trabalha na área de fitness) acompanha de perto a saúde de seus pacientes e têm sempre uma dica importante sobre esse universo, e vai compartilhar conosco. Para começar, ela escreveu um texto que aborda os benefícios do óleo de semente de chia. Aproveite, e acompanhe nossas postagens.

O Óleo da semente de Chia, que é o acido alfa-linolênic (mais conhecido como ômega 3) é extraído da planta Salvia hispanica L. e deve ser consumido diariamente em doses adequadas através da alimentação ou suplementação. Ela é responsável por auxiliar na prevenção de diversas doenças.
Mudanças na dieta e estilo de vida têm sido sugeridos para prevenir a crescente epidemia de doenças crônicas como a síndrome metabólica, que é definida como um conjunto de fatores de risco, dentre eles o diabetes tipo 2, a hipertensão, a dislipidemia, a resistência a insulina, a obesidade central e a doença cardiovascular.
Vários fatores da síndrome metabólica podem ser tratados com o uso de suplementação nutricional de ácidos graxos poliinsaturados ômega 3, pois estes atuam como importantes agentes hipolipemicos prevenindo, desta forma, a evolução da doença. Estudos sugerem que o aumento na concentração desses ácidos graxos está associado à redução de doenças do coração e diminuição de lipídios no plasma.
O óleo da semente de chia é substituto do óleo de peixe, que devido à contaminação dos mares, lagos e rios deve ser evitado pela alta concentração de mercúrio, que é tóxico para o organismo. O óleo de Chia obtido por prensagem a frio, sem refino e sem adição de solventes químicos, preserva todas as propriedades nutricionais. A recomendação e prescrição devem ficar a cargo de um nutricionista, que de acordo com a dieta do paciente, irá calcular a necessidade de ingestão e de suplementação de cada pessoa.
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