Betacaroteno e bronzeado

Data de Publicação: 18 / dez / 2014

Categoria: Verão

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Betacaroteno

Neste mês, a nutricionista Débora Vargas fala de um dos principais aliados do corpo bronzeado e da pele saudável.

Os betacarotenos, ou carotenoides, são nutrientes que encontramos em frutas e legumes. É esse composto que dá a cor laranja para alguns alimentos naturais.

Para manter uma pele saudável e um bronzeado duradouro, utilize-se dos alimentos ricos em betacarotenos. Esse nutriente é encontrado na cenoura, beterraba, abóbora, mamão, melão e batata doce. Em quantidades menores em vegetais folhosos como couve, repolho, espinafre, agrião e brócoli.

Pesquisas demonstraram que o betacaroteno tem um papel muito importante no nosso organismo, pois é o responsável pela prevenção de muitas doenças: é um antioxidante (neutraliza os radicais e, por isso, previne o envelhecimento), faz bem para os olhos (beneficia a visão noturna), aumenta a imunidade, dá elasticidade à pele, brilho aos cabelos, fortalece as unhas e atua no metabolismo das gorduras.

Bronzeamento: quando o betacaroteno é transformado em vitamina A, em nosso organismo, ele age ativamente na recuperação da pele e auxilia na formação de melanina, pigmento presente na pele e responsável por protegê-la dos raios solares e por conferir o bronzeamento.

Atenção: respeite o horário próprio para banhos de sol e não se esqueça de passar protetor solar.

Suco extra-bronze: bata no liquidificador – 1 laranja, 1/2 beterraba, 1/2 cenoura, 4 pedras de gelo, 1 copo de água mineral, 3 gotas de adoçante. Coe e beba imediatamente. Valor calórico: 142 kcal em 200ml de suco.

Algumas pessoas precisam de mais vitamina A do que outras. Existem suplementos que devem ser recomendados por nutricionista.  Atenção, pois o consumo excessivo pode trazer problemas para a saúde.

Saiba mais sobre o betacaroteno no site da Stem Pharmaceutical.

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Os alimentos e a enxaqueca

Data de Publicação: 05 / dez / 2014

Categoria: Saúde

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enxaqueca

O que comer e o que evitar para quem sofre de enxaqueca? A doença, que atinge de 10 a 20% da população mundial, tem múltiplas causas, como estresse, desequilíbrios neuroendócrinos, alimentos com potencial alergênico e deficiências nutricionais.

As pesquisas indicam que dietas de eliminação têm sido eficazes, mas a tolerância varia entre os indivíduos.

A recomendação geral é comer fibras, frutas vermelhas (rica em antioxidantes), cereja (rica em melatonina) e verduras. Para afastar as crises de enxaqueca deve-se evitar bebida alcoólica, café, doces, pimenta, gorduras, frutas cítricas, queijos fortes, nozes e alimentos muito condimentados ou temperados. Mas um alerta: eliminar tudo que está listado não é a melhor estratégia. É importante adotar uma dieta sem exageros e evitar jejum prolongado. O sono regular e a prática de exercícios também ajudam a evitar a enxaqueca.

Quer saber mais? Consulte a íntegra da matéria e a lista completa de alimentos favoráveis e não recomendados publicada pelo Hospital Albert Einstein.

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Os benefícios do BCAA

Data de Publicação: 25 / nov / 2014

Categoria: Suplementos

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BCAA
A nutricionista Débora Vargas aborda um dos principais suplementos utilizados por quem pratica exercícios.

BCAA é a abreviação de “Branch Chain Amino Acids” que significa “aminoácidos de cadeia ramificada”. Eles estão entre os suplementos mais importantes para qualquer programa nutricional esportivo. Os BCAA’s constituem até 35% da  massa muscular corporal. Eles são fundamentais para a manutenção e o crescimento dos músculos. Além de construir células e reparar tecidos, esses aminoácidos formam anticorpos, fazem parte do sistema hormonal e enzimático e ainda transportam oxigênio pelo corpo.
Mais de 20 aminoácidos são necessários para a construção de músculos e para a manutenção de importantes funções vitais. O corpo humano pode produzir quase todos os aminoácidos, com exceção de 8 a 10 que devem ser obtidos por meio da alimentação ou de suplementação, os chamados “aminoácidos essenciais”.
Dentre os aminoácidos essenciais, três deles são os chamados BCAA’s – aminoácidos de cadeia ramificada:
• L-Valina
• L-Leucina
• L-Isoleucina
Durante o treino intenso e com pesos, o corpo normalmente fica em um estado altamente catabólico. Ou seja, nesse momento, se não houver os nutrientes necessários para abastecer o seu organismo durante o treino, ele passa a “roubar” os aminoácidos que estão presentes nos músculos para suprir a demanda do corpo por energia. O resultado disso é a perda de massa muscular.
O sinal para o corpo interromper a síntese de proteínas nos músculos é justamente a liberação desses BCAA’s “roubados” dos músculos.
Fornecer os aminoácidos de cadeia ramificada (BCAA), especialmente durante esses períodos de estresse, faz com que esse sinal não seja dado, e consequentemente os músculos continuem a sintetizar proteínas e não entrem em catabolismo.
Falando de maneira mais técnica, os BCAA’s agem como transportadores de nitrogênio, que auxiliam os músculos a sintetizarem outros aminoácidos necessários para promover o crescimento muscular. Ou seja, os BCAA combinam aminoácidos mais simples para formar todo um tecido muscular mais complexo.
Ao fazer isso, os BCAA’s estimulam a produção de insulina, cuja principal função é permitir que o açúcar do sangue seja absorvido pelas células musculares e usado como fonte de energia.
Essa produção de insulina faz com que os aminoácidos penetrem mais facilmente nas células musculares, para que possam servir de matéria-prima na construção dos músculos.
Muitos fisiculturistas e atletas não dão muita importância à combinação e inclusão de co-fatores quando lidam com suplementos, mas isso é um erro que você não pode ser cometido.
Veja, a seguir, uma lista dos co-fatores que têm um papel importante no aumento da eficácia da suplementação de BCAA:
• Cromo: A forma mais apropriada é o picolinato de cromo, que aumenta a eficácia da insulina. A insulina é o elo mais importante no processo de construção muscular.
O cromo aumenta a síntese de proteínas no corpo, além de promover a absorção intracelular dos aminoácidos livres presentes no sangue e sua assimilação pelas células.
Ele também retarda a taxa de degradação de proteína pelo corpo dentro das células. Por isso é muito importante aliar o cromo à suplementação de BCAA.
• Vitamina B6: Uma vez que a vitamina B6 é fundamental no metabolismo de aminoácidos, os atletas cujas dietas têm uma alta taxa de aminoácidos precisarão de uma quantidade maior dela no corpo. O transporte de aminoácidos para o interior das células depende muito do fornecimento adequado de vitamina B6.
• Vitamina B12A: vitamina B12 é outro nutriente solúvel em água e bastante importante que deve estar sempre presente no metabolismo da proteína e na síntese dos aminoácidos.
• Biotina: A Biotina possui um papel de destaque na síntese de proteína e na formação de glicogênio
Uma observação importante sobre a relação desses aminoácidos com o fígado é que muitas pessoas tem receio do uso desses aminoácidos por sobrecarga hepática e renal, mas na verdade, eles incentivam a produção de enzimas do fígado que são responsáveis pela sua própria desintoxicação !!!
E ai? Você ainda está em dúvida se deve usar? Bem, procure um profissional habilitado para sua prescrição e sinta os benefícios no seu organismo.
Conheça o BCAA Stem e seus atributos.
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Alimentos para ganhar massa muscular

Data de Publicação: 31 / out / 2014

Categoria: Mídia

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futas

Quer ficar com corpo em forma com saúde? Os alimentos podem ser seus melhores aliados. O Programa Vida e Saúde, da RBS TV, fez uma reportagem sobre os alimentos mais indicados para ingerir antes e após o exercício e ao longo do dia, para quem quer ficar com o corpo bem torneado, com energia e qualidade de vida.

Confira a íntegra da reportagem veiculada no dia 25 de outubro e siga as dicas.

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Os preparativos de um campeão

Data de Publicação: 22 / jul / 2014

Categoria: Esporte

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Iº Etapa do Circuito Gaúcho Masters
Débora Vargas
Nutricionista Esportiva e Funcional

O nadador Fernando Limongi, apoiado pela Stem Pharmaceutical, obteve desempenho excelente durante o Campeonato Estadual de Inverno Master de Natação, conquistando 5 medalhas de ouro, nas modalidades  200 metros livre, 100 metros golfinho, 200 metros medley, revezamento 4×50 livre e 4×50 4 estilos. As provas foram realizadas nos dias 18 e 19 de julho, na Escola Superior de Educação Física (ESEF), da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre. Para obter esses resultados, é preciso observar questões importantes como dieta e, se necessário, suplementação.
Fernando Limongi é um atleta master campeão e se beneficia de uma correta prescrição suplementar e de uma alimentação equilibrada. A dieta com taxas maiores de carboidrato, proteínas ligeiramente aumentadas, baixa em gorduras, rica em fibras, vitaminas e sais minerais é recomendada e seguida durante todo o ano. O atleta é avaliado mensalmente quanto à composição corporal e peso. Antes dos treinos suplementamos dextrose e BCAA, durante a maltodextrina com concentrações a 10% e após BCAA novamente. A vitamina C é usada como reforço do sistema imunológico.
Na modalidade de explosão como 50 e 100m as reservas de carboidratos são muito importantes, assim como a alimentação fornecida nos meses que antecedem a competição para que os estoques energéticos sejam devidamente abastecidos. O nadador faz treinos diários de resistência aeróbia durante os meses que antecedem a competição e precisa contribuir com uma correta alimentação para evitar lesões e overtraining, que é uma fadiga debilitante e está associada a distúrbios cardiovasculares, musculo-esqueléticos, psico-neurológicos, hormonais e imunológicos.
O déficit nutricional crônico, o balanço energético negativo e a carência vitamínico-mineral estão dentre os fatores que contribuem para a deterioração da condição física e overtraining. A suplementação contribui para uma rápida e adequada reposição energética e proteica. A hidratação é devidamente importante e a ingestão de água incentivada.  Após os treinos o consumo de água é imediato para a correta restauração.
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“Dietas restritivas não funcionam”, diz especialista

Data de Publicação: 02 / jul / 2014

Categoria: Alimentação

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Absurdly Small Diet Meal
Todo mundo já fez, ou já pensou em fazer, aquelas dietas da moda para perder peso, supostamente, com mais rapidez e saúde. Mas isso nem sempre acontece. O endocrinologista Luciano Negreiros faz um alerta: dieta restritiva não é eficaz. A reportagem foi publicada no Portal Terra.
Autor de três livros sobre o assunto, Negreiros diz que as pessoas tendem a não seguir dietas muito restritivas porque os métodos “são chatos, burros e enjoam”, explica. O especialista defende que a melhor solução é promover a conscientização alimentar, ou seja, a alimentação precisa ser pensada com saúde, e não como uma alternativa unicamente para emagrecer.
As dietas restritivas podem trazer resultados, mas não serão sustentadas em um prazo maior de tempo. Segundo ele, esse tipo de dieta vale em função de algum tratamento médico que requer a perda de peso rápida, e que deve ter supervisão de um profissional. “A gente propõe mudar não apenas a alimentação, mas a cabeça”, explica Negreiros, ressaltando a ineficácia de dietas passageiras como as do glúten, da lactose e do carboidrato.
Confira matéria completa aqui.
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Descubra se você é um “comedor emocional” (e qual tipo)

Data de Publicação: 25 / jun / 2014

Categoria: Alimentação

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Comedor Emocional
Em artigo para o tabloide britânico Mail Online, a médica Pam Spurr abordou os chamados “comedores emocionais”, e o quanto eles podem afetar as dietas saudáveis. Ela afirma, de acordo com diversas pesquisas, que 70% das pessoas passam por essa fase, que consiste, basicamente, em comer por impulso, de acordo com alguma situação específica.
Quem resiste, depois de um dia intenso de trabalho, por exemplo, com sucessivas situações de estresse, ao chegar em casa e encontrar um pedaço de bolo de chocolate? O perfil “comedor estressado” é um dos quatro tipos que a Dra. Pam classificou. Quer saber se você se encaixa em algum deles? Clique aqui e faça o teste (em inglês).  Em cada tipo há uma série de dicas para tentar controlar o ímpeto.
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Ômega-3 no tratamento do câncer

Data de Publicação: 19 / mai / 2014

Categoria: Mídia

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A edição deste mês da revista Saúde traz como reportagem principal os benefícios do ômega-3. Encontrado especialmente em peixes de água fria, o ácido graxo é comprovadamente fundamental para a manutenção da saúde, atuando como auxiliar na prevenção de diversos problemas, entre eles a redução da glicemia e processos inflamatórios.
O ômega-3 foi destaque, também, no Ganepão 2014, evento sobre nutrição e prevenção de doenças.  Foi lá que o gastroenterologista Rémy Meier, professor da Kantonsspital Hospital e Universidade, de Liestal, na Suíça, apresentou sua pesquisa. Ele disse que o ômega-3 pode ser uma peça de grande importância no tratamento de quimioterapia contra o câncer de pulmão. Além de potencializar o sistema imunológico, conforme destaca o pesquisador, “deixar o paciente de câncer nutricionalmente bem equilibrado pode ser o que irá tirá-lo da cama pra fazer exercícios, por exemplo. E essa atividade física acompanhada também ajudará em alguns casos”, disse à publicação.
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A tal da gula

Data de Publicação: 12 / mai / 2014

Categoria: Alimentação

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Débora Vargas
Nutricionista
Segunda-feira, dia mundial de começar a dieta, certo? Certo. Mas como manter a motivação durante a semana, diante de tantas tentações? Como controlar a gula? Será mesmo possível resistir? Estudos indicam que os mecanismos da fome são tão complexos que nenhuma dieta é mágica o suficiente capaz de controlá-los. Entender os hormônios que atuam na regulação do apetite e conhecer melhor o próprio corpo é a melhor forma de fazer as pazes com a balança.
O corpo realmente é uma máquina, e compreender o mecanismo da fome é uma tarefa um tanto complexa, mas não impossível. Existe uma região do cérebro chamada hipotálamo, que controla o apetite. Vários órgãos do corpo enviam mensagens pra lá informando se precisamos ou não comer. Nesse contexto, a descoberta da leptina, hormônio secretado pelas células de gordura, foi um grande marco na pesquisa da obesidade.
É esse hormônio que indica o nível de gordura que temos acumulada. Quando o nível de leptina está alto, o cérebro sabe que as nossas reservas estão boas, e assim, a fome é menor. Mas esse mecanismo não funcionado mesmo jeito para todos. Quem está acima do peso costuma apresentar resistência ao efeito da leptina. E assim, comem mais.
Isso tudo nos faz concluir que o cérebro pode ser o grande vilão da história, já que associa comida não apenas à fonte de energia, mas também com a sensação de conforto. É a chamada fome emocional; impulsos de comer ligados à frustração, raiva, tristeza, entre outros sentimentos. Sendo assim, entender a diferença entre fome e desejo de comer pode ser o primeiro passo para manter o peso de acordo com o seu biotipo. Por um lado, temos a fome como instinto, desencadeada pela ação dos hormônios e necessidades do corpo; de outro o desejo de comer, provocado por estímulos diferentes, como olfato e visão.
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Cereais ameaçados pelo aumento do CO2

Data de Publicação: 09 / mai / 2014

Categoria: Alerta

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Trigo
Um artigo publicado na revista Nature revelou dados alarmantes sobre o futuro de nossa alimentação. Segundo a pesquisa, quando maior os níveis de CO2, mais danos irão sofrer as plantações de cereais importantes para nossa dieta.
Conforme os pesquisadores, agricultores devem se preocupar com a vulnerabilidade de itens como arroz e trigo, por exemplo, aos níveis crescentes de carbono. Foram testados 41 cepas de seis cultivos plantados em locais abertos na Austrália, Japão e Estados Unidos, expostas a concentrações elevadas do carbono por meio de gasodutos horizontais.
Para se ter uma ideia, o ar normal tem concentrações de CO2 em torno de 400 partes por milhão (ppm), que atualmente está subindo de dois a três ppm ao ano. As plantas experimentais cresceram sob condições de 546-586 ppm de CO2. Como resultado, os níveis de zinco, ferro e concentrações de proteínas nos cultivos de trigo diminuíram 9,3%, 5,1% e 6,3% respectivamente, em comparação com as condições normais.
Saiba mais aqui, ou visite o site da revista (ambos em inglês).
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